A História de Balneário Rincão
Antes habitado por indígenas, em 1858, “Rincão Comprido” era rota de Laguna a Porto Alegre. Das antigas glebas com poucas famílias que sobreviviam das atividades rurais e da pesca, criou-se aos poucos um núcleo de veraneio (Praia do Rincão), em torno do qual chegaram e se instalaram pessoas de diversas regiões, costumes e culturas.
A história começa pelo movimento de criação do Distrito, em 1999. Depois, o Município entrou em processo de emancipação, sendo aprovada em plebiscito com 53,20 % dos votos, e, assim, criado e limitado com a Lei estadual nº 12.668 de 3 de outubro de 2003, sancionada pelo então governador. Porém, com a falta de legislação, a criação do município foi impedida.
Com a promulgação da PEC dos municípios, Balneário Rincão teve o direito de realizar eleições em 2012 e se tornou município. O município-mãe, Içara, nasceu na localidade de Urussanga Velha, que hoje pertence ao Rincão. A ocupação se deu no final do Século XVIII, com a exploração da cultura da mandioca, da cana-de-açúcar e da fabricação da cachaça, exportados em carros de bois pela estrada do mar até Garopaba.
Naquele tempo, toda exportação de Torres passava pelo “Armazém” no Porto de Garopaba. Na época da colonização, que começou pelo litoral com a vinda dos açorianos, seguidos pelos negros, como escravos, havia uma intensa ocupação indígena, dividida entre sambaquianos, xoklengs e tupi-guaranis. Posteriormente, em 1880, chegam os imigrantes.
Pontos turísticos
Treze quilômetros de orla marítima, entre as zonas norte e sul e a Barra Velha.
Calçadão central
Praça da Zona Sul
Sete lagoas: Urussanga Velha, Lagoa dos Freitas, Lagoa do Jacaré, Lagoa do Faxinal, Lagoa dos Esteves, Lagoa Mãe Luzia e Lagoa do Rincão.
Parque Aquático Parque Verde
Mirante da Caixa D’Água
Duas plataformas de pesca – Entremares, no sul, e Plataforma de Pesca do Rincão, no norte.
Campestre Iate Clube.
Igrejinha Nossa Senhora dos Navegantes